Bitcoin bate US$ 60 mil após seis meses, token explode 700% -Mineradora de Bitcoin – Cemig BH MG – Desconto na conta de luz

Bitcoin bate US$ 60 mil após seis meses, token explode 700% 

Bitcoin alcançou marca seguindo novos rumores de que aprovação de ETF poderá vir já na próxima semana.

As especulações sobre a possível aprovação do ETF de futuros de Bitcoin (BTC) nos EUA continua a ser o principal motor do mercado de criptomoedas nesta sexta-feira (15). A expectativa foi alimentada mais uma vez na noite de ontem após fontes consultadas pela Bloomberg afirmarem que a Comissão de Valores Imobiliários dos EUA (SEC, na sigla em inglês) está preparada para permitir que o primeiro ETF do tipo inicie negociações. O aval viria já na próxima semana.

Como se quisesse participar da conversa antes da decisão final, o perfil oficial da SEC no Twitter chegou a republicar um artigo na tarde de ontem em que ressalta os riscos do investimento em futuros de Bitcoin. “Antes de investir em um fundo que detém contratos futuros de Bitcoin, certifique-se de pesar cuidadosamente os riscos e benefícios potenciais”, afirmou a postagem na rede social.

O rumor de aprovação iminente do ETF foi suficiente para alimentar mais uma vela de alta expressiva no preço da criptomoeda, que atingiu brevemente a marca de US$ 60 mil por volta das 2h20 de hoje. O otimismo pela aprovação de ETF junto com a perspectiva de efeito positivo no mercado pela abertura de mais uma porta para investidores já faz o Bitcoin saltar 35% – ou cerca de US$ 15 mil – em apenas duas semanas.

Às 7h03, a criptomoeda era cotada a US$ 59.484, em alta de 3,3% no dia.

No entanto, a valorização do Bitcoin hoje é ínfima perto do que aconteceu com um criptoativo desconhecido. O token NuCypher (NU), focado em privacidade, disparou nada menos que 714% nas últimas 24 horas, no maior movimento de alta do mercado por larga margem neste final da semana.

A explosão de preço vem após o projeto anunciar uma funcionalidade voltada para criadores de conteúdo que permitiria o surgimento de uma versão cripto do OnlyFans, plataforma de venda de conteúdo conhecida pelo material adulto. O NuCypher também se prepara para realizar a primeira fusão de protocolos da rede Ethereum (ETH) com o Keep Protocol (KEEP).

Criptos de alta capitalização de mercado também avançam no dia, com destaque para o próprio Ethereum, que sobe 3,9%, para US$ 3.786, e a Solana (SOL), que volta a ser negociada por US$ 160 após ganho diário de 6,4%.

Na ponta negativa aparecem o protocolo de finanças descentralizadas (DeFi) Olympus (OHM), que recua 18,7%, e a meme coin Shiba Inu (SHIB), que acumula perdas de quase 15% no dia após rali de 400% em outubro.

Veja as principais notícias do mercado cripto desta sexta-feira (15):
 
Institucionais teriam feito compra de US$ 186 bilhões em Bitcoin

Indícios de que a alta do Bitcoin é apoiada pelo investidor de varejo não param de surgir, reforçando a ideia de que o capital institucional é responsável pela maior fatia dos recursos alocados na criptomoeda nas últimas semanas e principal responsável pelo rali de mais de 37% apenas no mês de outubro.

No dia 6 deste mês, informações da casa de análise CryptoQuant apontaram uma compra de US$ 1,6 bilhão em Bitcoin em cinco minutos, no que seria, na avaliação da empresa, uma provável transação de mercado de balcão realizada por um cliente institucional.

A firma de análise também apontou que US$ 186 bilhões em Bitcoin se moveram ontem na rede da criptomoeda entre carteiras que não pertencem a corretoras pouco antes da disparada no prêmio dos futuros de BTC negociados na Bolsa de Derivativos de Chicago, nos EUA.

Mais uma vez, a suspeita é de que o montante tenha sido transacionado por investidores institucionais que compraram uma grande quantidade da criptomoeda e a guardaram em serviços de custódia especializados, nas chamadas carteiras frias (cold wallets), sem conexão com a Internet.

Metade dos usuários de cripto experimentaram um jogo em blockchain no terceiro tri

Aproximadamente a metade dos endereços de carteiras únicos foram atrelados a contas de jogos em blockchain no terceiro trimestre de 2021, apontou um levantamento da empresa de monitoramento e insights DappRadar.

Entre julho e setembro, 754 mil carteiras foram conectadas a games que rodam na blockchain, quase a metade das 1,54 milhões carteiras únicas utilizadas em contratos inteligentes no mesmo período.

A adesão dos jogos em blockchain é capitaneada pelo Axie Infinity (AXS), que popularizou o formato play to earn (jogue para ganhar) por meio de recompensas em criptomoedas e personagens em formato de tokens não-fungíveis (NFT) que podem ser negociados no mercado.

O uso de NFT é comum neste tipo de jogo, o que contribui, junto com as artes digitais, para um salto expressivo de quase 700% no volume de trade no último trimestre, que ficou em cerca de US  10,67 bilhões.

“No meio de toda a euforia em torno das coleções Ethereum como CryptoPunks e Bored Ape Yacht Club (BAYC), o papel que os itens do jogo NFT desempenharam pode ter sido deixado de lado”, ressaltou o relatório.

O movimento se refletiu diretamente nos preços do token de governança AXS, que se tornou a principal forma de ganhar exposição à viralização do jogo. O criptoativo acumula alta de 71% em duas semanas e de 91% nos últimos 30 dias.

Protocolo DeFi que imita ETF sofre hack de US$ 16 milhões

O protocolo de finanças descentralizadas (DeFi) Indexed Finance é o mais recente a sofrer um ataque hacker. Segundo informações dos desenvolvedores do projeto, invasores roubaram o equivalente a US$ 16 milhões em diversos tokens compatíveis com a rede Ethereum, como Uniswap (UNI), Aave (AAVE), Compound (COMP) e Ether (ETH).

O Indexed Finance é uma solução que imita um ETF ao oferecer, com a compra de um token, a exposição a diversos ativos de uma cesta balanceada por meio de um algoritmo. De acordo com o projeto, a ofensiva dos hackers teria mirado neste mecanismo de balanceamento automático para desviar fundos destinados à funcionalidade de empréstimos que ajudava a trazer liquidez para o produto.

A quantidade de criptomoedas roubadas não foi suficiente para afetar o preço desses ativos, mas o token nativo do protocolo, NDX, sofreu com o ataque e caía 32% nesta manhã, para US$ 2,25.

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Cemig BH - Desconto na conta de luz 

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Mineradora de Bitcoin – Cemig BH MG – Desconto na conta de luz: Como minerar Bitcoin?

Pensando em minerar Bitcoin? Confira aqui quais são os equipamentos e a estrutura necessária para fazer isso de forma eficiente e segura.

A mineração de Bitcoin é um assunto que se tornou muito procurado recentemente, principalmente após a grande alta de 2017. No entanto, as questões sobre como minerar Bitcoin ainda geram muitas dúvidas naqueles que buscam resposta sobre a viabilidade de gerar criptomoedas.

Existem diferentes fatores que determinam como ocorre a mineração e se ainda vale a pena ou não “fazer Bitcoin”.

Será que é interessante minerar Bitcoin? Ou é hora de buscar outras alternativas? Bom, primeiro de tudo é preciso entender o que é a mineração de uma criptomoeda e como ela funciona.

Como funciona a mineração de Bitcoin

Bitcoin é uma moeda de Proof-of-Work (Prova de trabalho, em tradução livre), isso quer dizer que ela precisa de um certo poder computacional (conhecido também como hashrate) para conseguir confirmar as suas transações.

Como o Bitcoin é descentralizado e não possui nenhum servidor próprio, essa computação é garantida por vários computadores presentes na rede, cada computador é chamado de “Nó” ou “Node”.

Os muitos computadores disputam entre si para resolver uma equação matemática (chamada de Hash) que confirmam uma transação e mantêm a segurança da rede.

O Node que consegue resolver a equação minera um bloco e recebe a recompensa pela atividade como incentivo para os mineradores se manterem na rede. De forma bem simples, é assim que a mineração do Bitcoin funciona.

Recentemente as Pools de mineração se tornaram populares. Ao invés de um computador individual realizando a mineração, centenas ou milhares de máquinas unem o seu poder computacional em um grupo. O valor de Bitcoin adquirido é distribuído entre todos os membros.

Também é necessário prestarmos atenção na Dificuldade de Mineração do Bitcoin, parte da programação do protocolo que se ajusta para que a produção de blocos não fique difícil ou fácil de mais, garantindo a segurança da blockchain sem perder o interesse do minerador de Bitcoin.

A dificuldade é ajustada a cada 2016 blocos, mais ou menos duas semanas, e depende do poder computacional.

Equipamentos

Na teoria, minerar Bitcoin é uma atividade que pode ser realizada em qualquer computador com um bom processador, porém, é preciso dar muita ênfase em “Na teoria.”

No começo da blockchain, era possível utilizar parte do processamento normal de um desktop para minerar Bitcoin e obter um certo lucro, mas com o aumento de interesse em participar da hashrate do Bitcoin, os CPUs começaram a não dar conta da dificuldade da rede e perder para equipamentos mais rápidos.

Existem diferentes equipamentos minerador de Bitcoin, no entanto, para ficar na frente da concorrência e obter lucros é fundamental contar com mineradoras especializadas nessa atividade.

Com a evolução da tecnologia e o aumento na dificuldade da mineração de bitcoins, o uso de computadores domésticos para fazer mineração já não é uma prática comum, mesmo aqueles computadores que contavam com poderosas placas de vídeo. Atualmente há equipamentos específicos para mineração de Bitcoin que tornaram praticamente impossível fazer a mineração de outra forma.

A empresa Bitmain, especialista em chips de circuito integrado específicos de aplicativos para mineração de Bitcoin, por volta de 2014 estreou sua tecnologia chips ASICS, feitos exclusivamente para a mineração da moeda. Por conta disso, as máquinas que contam com este chip performam a atividade de mineração muito melhor do que qualquer outro computador, tornando até mesmo inviável realizar a mineração por outras maneiras.

A máquina que roda o sistema chips ASICS que você deve comprar caso queira minerar seus próprios bitcoins é a Antminer.

Atualmente o valor da última geração da máquina, a Antminer S19, está em torno de US 2.767, equivalente a R$ 14.848,51. E você pode comprá-la aqui!

Como minerar Bitcoin máquina, a Antminer S19 

Como minerar Bitcoin máquina, a Antminer S19

Mineradora

Enquanto os CPUs se tornaram fracos demais na mineração de Bitcoins, as GPUs (conhecidas também como placas de vídeo) acabaram adotando o lugar da computação tradicional. A mineração com placas de vídeo ganhou força por volta de 2012 e se manteve por alguns anos.

Até hoje você encontra modelos de minerador de Bitcoin feitos com placas de vídeo, mas mesmo as que possuem 2 ou 4 placas de vídeo em um único nó já não são lucrativas o suficiente para combinar com as novas mineradoras.

Atualmente o mercado é completamente dominado pelas Mineradoras ASIC.

Application-Specific Integrated Circuit, ou Circuitos Integrados de Aplicação Específica, chamados popularmente de ASIC são processadores especializados na mineração de diferentes criptomoedas.

Por ser desenvolvida única e exclusivamente para a mineração, um equipamento do tipo é fundamental para quem quer minerar Bitcoin atualmente. Todas as grandes mineradoras, pequenas ou grandes, utilizam esses equipamentos.

É possível minerar em casa?

Sim, é possível minerar em casa, no entanto, é praticamente impossível obter lucro.

É possível minerar com os equipamentos ASIC, com GPUs, CPUs e muitos outros, recentemente alguns engenheiros conseguiram instalar um programa de mineração no computador do programa Apollo usado na missão tripulada para a Lua nos anos 60.

Mas a mineração em casa é um grande risco de investimento por causa do quanto custa para comprar as máquinas, criar uma instalação necessária, garantir a climatização correta e até mesmo isolamento acústico.

Vale a pena minerar Bitcoin?

Uma mineradora sai caro demais para ser mantida em relação de um possível lucro obtido no mês, pelo menos no Brasil. Por aqui, com o preço da energia custando o dobro da energia do Paraguai e o mesmo da energia dos EUA, não é possível garantir que minerar Bitcoin vale a pena.

Mas claro, vamos explicar para você porque não vale a pena minerar Bitcoin no Brasil. (O segredo é ter energia elétrica barata, aí sim vale a pena) nós temos a solução: https://descontocontadeluz.com.br 

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Custos com máquinas

O primeiro custo que teremos ao colocar uma taxa de mineração é a compra de uma ou mais mineradoras. Uma única mineradora, mesmo que ASIC, não terá poder para gerar um lucro bom o suficiente, por isso é preciso pensar em uma operação com mais de uma máquina.

No entanto, para fins comparativos, pensaremos na compra, instalação e operação de um único modelo Antminer T17, com capacidade de 58 TH(TeraHash)/s

Esse é um dos novos modelos da marca mais utilizada no mundo. Os antigos modelos (Antminer S9) que foram os mais populares há alguns anos, hoje já não são mais lucrativos e até mesmo são vendidos por um preço baixo no mercado secundário.

O modelo mais barato dessa linha no site oficial da Bitmain custa US 2.767, ou seja R$ 14.848,51 em conversão direta para o real.

Mas claro, primeiro precisamos pensar no frete e na possível taxação pela Receita Federal. Para se ter uma ideia, modelos do minerador de Bitcoin Antiminer T17 vendidos aqui no Brasil podem chegar a até R$ 16 mil, o que dá uma ideia dos custos extras com a compra do produto.

Esse é um investimento muito alto para uma atividade que pode ser considerada arriscada, devido a fatores que vamos explicar a seguir.
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Taxas

Minerar o Bitcoin é apenas o primeiro passo, depois precisamos pensar sobre as diferentes taxas para conseguir transformar o Bitcoin em moeda fiduciária e até mesmo a taxa para participar de pools para aumentar a possibilidade de lucro.

Caso você decida participar de uma pool, o que é praticamente uma exigência para ter qualquer lucro, parte da mineração vai para administração da pool. A maior pool do mundo, a Slushpool, atualmente está com taxas de 1%, esse está sendo o padrão do mercado, que pode chegar até 2%.

Já para vender as moedas para obter o lucro em fiat (real), é preciso pensar nas taxas das corretoras.

Halving do Bitcoin

Um outro fator que precisa ser considerado é que a cada 4 anos (em média) o Bitcoin passa pelo Halving, o evento em que a recompensa por mineração de bloco é cortada pela metade. O último aconteceu em maio deste ano, e antes disso cada bloco minerado distribuía 12.5 BTC, atualmente a recompensa é de 6.25 BTC, daqui a quatro anos o valor é cortado ao meio mais uma vez.

Com isso em mente, o halving também é algo muito importante a ser considerado e ser entendido.

Apesar de ter diminuído o número de moedas liberadas, o halving ainda pode trazer um impacto muito positivo no valor da moeda, o que também pode ser um incentivo para mineradores no futuro.

Custos com infraestrutura

E claro, temos também os custos a infraestrutura onde a mineradora vai funcionar, em especial o custo com a energia elétrica, que é o principal fator a ser considerado na hora de saber se vale a pena minerar Bitcoin no Brasil.

Ambiente climatizado

Uma das primeiras preocupações é com o ambiente climatizado, já que é necessário um ambiente frio para o bom funcionamento de um minerador de Bitcoin. Como todo equipamento eletrônico e computacional, um miner gera calor e o calor acaba diminuindo o tempo de vida da máquina.

Um ambiente não climatizado vai fazer o equipamento estragar mais rápido, causar mais custos de manutenção e diminuir consideravelmente a margem para lucros.

Isolamento acústico

Isolamento acústico também é necessário por causa do barulho que uma mineradora pode fazer. Já que ela vai ficar ligada 24h, assim como o sistema de climatização, há um certo barulho envolvido em como fazer bitcoin.

Para evitar problemas com vizinhos em áreas urbanas densas, as paredes também precisarão de tratamento acústico de qualidade.

Gastos com energia elétrica

E agora chegamos no grande X da questão, o gasto com energia elétrica é o principal fator para determinar a lucratividade na hora de minerar Bitcoin.

Se você quer saber exatamente quanto se gasta para minerar Bitcoin aqui no Brasil, o caminho das pedras é o seguinte:

  • Utilize como base o Antminer S19
  • Utilize como base o custo médio de kw/h de 2021: R$1,34 a cada 100kw/h
  • Consumo de 3250W que é informado pelo fabricante do Antiminer S19
  • Utilize uma calculadora de consumo básica e uma de lucro com mineração para adquirir os resultados mensais
  • Considere o preço mais atual do Bitcoin: até o momento de atualização deste artigo a moeda valia R$ 198.495,91
  • Considere a máquina funcionando 24 horas por dia
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A partir das calculadoras, você deve calcular:
  • Bitcoins Minerados
  • Valor em Bitcoin minerado por dia (considerando a cotação mais atual da moeda)
  • Custo mensal de energia
  • Calcule o lucro por dia e por mês, abatendo os custos mensais de energia do lucro mensal

Em geral, o gasto é extremamente alto e não compensaria minerar o Bitcoin em casa, sem uma estrutura adequada e um plano para distribuição desses bitcoins.

Isso por que não estamos considerando o gasto com os equipamentos de climatização e também não consideramos períodos de bandeira vermelha.
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Custo da energia na sua cidade

Claro, cada cidade possui uma cobrança diferente de energia e é preciso olhar na sua conta de luz para determinar com mais precisão quanto seria gasto com a mineradora do exemplo ou com qualquer outra.

No entanto, de forma geral, utilizando a média brasileira minerar Bitcoin não é um negócio lucrativo. Não é à toa que os maiores centros de mineração estão em países como a China e Irã, onde a energia (pré-pandemia) tinha um preço muito mais baixo do que é praticado no Brasil.
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Alternativas

Existem diferentes alternativas para a mineração de Bitcoin. O trade por exemplo talvez seja a melhor forma de conseguir Bitcoins sem tanto gasto com a estrutura que citamos durante este guia.

Mas, nunca acredite em promessa milagrosas. Recentemente surgiram vários projetos que prometiam mineração em nuvem com servidores no Paraguai ou outros países. Todos acabaram sendo um esquema de pirâmide e trouxeram vários prejuízos.

Até agora a mineração em nuvem não se provou algo funcional e que pode trazer lucros, por isso é importante pesquisar muito sobre o projeto antes de realizar qualquer investimento.

Além disso, como podemos ver no tópico dos gastos, a mineração própria, neste momento, carece de um investimento alto e um retorno nem tão atrativo assim. Uma ótima alternativa também, com um custo muito menor, é realmente optar por investir na própria moeda.

Minerar outras criptomoedas

Por fim, outra possibilidade é a mineração de outras moedas digitais com menos dificuldade. Moedas pequenas, como DogeCoin, Litecoin, ZCash e Grin são relativamente mais fáceis de gerarem lucros, algumas até são resistentes à ASIC e facilitam a mineração por CPU/GPU.

No entanto, a mineração acaba dependendo muito do valor da criptomoeda e caso uma valorização massiva nas altcoins não chegue, pode ser que montar uma operação de mineração de altcoins também seja pouco ou zero lucrativa aqui no Brasil.

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