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Conheça os principais componentes de um sistema de energia solar fotovoltaica – Mineradora de Bitcoin – Cemig BH MG – Desconto na conta de luz

Conheça os principais componentes de um sistema de energia solar fotovoltaica 

 

A energia solar fotovoltaica apresenta um potencial imenso para produção de eletricidade no Brasil. A radiação solar que chega em nosso país é abundante durante todo o ano, o que nos possibilita usar esta fonte limpa e gratuita de energia.

Por ser relativamente nova em nosso país, seu uso está em fase de expansão. Era pouco comum ouvirmos falar em energia solar a 10 anos atrás e hoje vemos com frequência reportagens mostrando esta nova forma de produzir energia.

Confira abaixo os principais componentes de um sistema de energia solar fotovoltaica
Os painéis solares

As placas fotovoltaicas são a porção mais conhecida do gerador solar. Podemos encontrá-las nos telhados, com seu formato retangular e de cores que variam do azul ao preto.

O principal componente dos painéis fotovoltaicos é o silício, material semicondutor que está na base da construção das células fotovoltaicas.

As células fotovoltaicas são componentes eletrônicos capazes de produzir eletricidade a partir da radiação solar. Isso ocorre devido ao efeito fotovoltaico, fenômeno descoberto por acaso em 1839 pelo físico francês Jacques Becquerel.

O efeito fotovoltaico acontece quando fótons presentes na radiação solar entram em contato com o material semicondutor das células solares. Os elétrons livres são estimulados a se movimentar na estrutura cristalina, produzindo corrente elétrica ordenada dentro das placas solares.

Os inversores grid tie

Existem duas formas de uso da energia elétrica: em corrente contínua e em corrente alternada. As duas nomenclaturas fazem referência ao sentido da corrente elétrica dentro de um circuito. Dessa maneira, a corrente contínua circula sempre em uma única direção enquanto a corrente alternada, como o próprio nome indica, caracteriza-se por um fluxo alternado no sentido dos elétrons.

Dentro das placas solares há produção de corrente contínua, enquanto as tomadas residenciais são alimentadas com corrente alternada. Para compatibilizar estas duas formas de energia existem os inversores, aparelhos responsáveis por transformar a corrente elétrica produzida nas placas solares (CC – corrente contínua) para o padrão da energia elétrica presente na tomada de nossas casas (CA – corrente alternada).

O sobrenome “grid tie” (e também conhecido por “on grid”) significam “conectado à rede” e vem do fato dos inversores modernos estarem ligados à rede elétrica da concessionária. Isto é uma grande vantagem pois são livres da obrigação da presença de baterias para armazenar a energia produzida. Na prática significa equipamentos mais baratos e ambientalmente melhores.

As proteções elétricas

As placas fotovoltaicas e os inversores são partes energizadas pela radiação solar e pela rede pública de energia, por isso é importante protegê-los de surtos e perturbações elétricas que possam aparecer.

As proteções empregadas nos geradores solares são: chaves seccionadoras, disjuntores e dispositivos de proteção contra surtos. A função das chaves seccionadoras é desacoplar o painel fotovoltaico do inversor e está presente na porção de corrente contínua do sistema. Já os disjuntores fazem o papel de desconectar o inversor da rede interna de energia e está presente na área de corrente alternada. O

s dispositivos de proteção contra surtos (popularmente conhecidos como DPS) são elementos de segurança presentes em ambos os circuitos: corrente contínua e alternada. Sua função é desviar fluxos de energia que possam danificar as placas solares ou o inversor para o sistema de aterramento.

O medidor bidirecional

A energia elétrica entregue em nossas casas é medida em quilowatt-hora (kWh) e sua medição é feita por um aparelho popularmente chamado de relógio de energia.

Nas casas que usam apenas a eletricidade da concessionária de energia o relógio é unidirecional, sendo capaz de medir apenas a quantidade de kWh consumidos.

Os imóveis que produzem a própria energia recebem gratuitamente da concessionária um novo modelo de relógio chamado de medidor bidirecional. Ele registra a energia consumida e também a energia excedente produzida.

É através dele que a concessionária apura o desconto a ser aplicado na fatura de luz dos chamados “prosumidores” de energia. A palavra “prosumidor” é um termo novo, surgido em 2012 com a mudança no código energético nacional, e significa a união de produtor e consumidor na mesma pessoa.

Monitoramento via internet

Os sistemas de geração de energia solar mais modernos possuem um dispositivo ligado a internet que envia, em tempo real, as informações relativas a produção de energia elétrica.

Isto torna possível o acompanhamento permanente, em qualquer lugar, da quantidade de energia gerada e a da situação do sistema.

Sistema solar fotovoltaico on grid

Todos esses instrumentos vistos até aqui fazem parte de um sistema de produção de energia solar fotovoltaica grid tie e significa que o sistema está conectado a concessionária de energia, dispensando o uso de baterias.

Foi a partir de 2012, com a publicação da Resolução Normativa 482 da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) que os sistemas de produção de energia solar tornaram-se on grid.

Com o fim da necessidade do uso de baterias os sistemas ficaram muito mais baratos e acessíveis. Além da redução no custo financeiro, o impacto ambiental também foi muito benéfico. O descarte periódico das baterias e tratamento dos resíduos remanescentes não são mais uma preocupação para os “prosumidores” de energia solar.

 

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A proposta da Lis é de gerar energia limpa e baratear em até 22% a energia consumida em residências e empresas, facilitando a vida das pessoas nesse momento de pandemia.

A geração de energia solar é feita no parque Solar Fazenda do Sol, em Uberlândia/ MG, região com rica irradiação solar. A Fazenda do sol gera a energia que você consome de forma limpa e sustentável, sem investimento, sem obras e sem fidelidade.

O objetivo é permitir que as pessoas possam reduzir seus custos, em até 22%, com a energia renovável, em forma de compensação na conta de luz.

COMO FUNCIONA

Ao aderir ao consorcio (pessoa jurídica) ou cooperativa (pessoa Física), que é feito com um simples cadastro no site da Lis, você contrata a quantidade de energia conforme seu perfil de consumo.

Esta cota de consumo é calculada com base no histórico de suas últimas 12 contas de energia. A energia chega até você através da rede da CEMIG, que continua sendo responsável pela entrega e medição mensal.

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Cemig BH - Desconto na conta de luz 

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Mineradora de Bitcoin – Cemig BH MG – Desconto na conta de luz: Como minerar Bitcoin?

 

Pensando em minerar Bitcoin? Confira aqui quais são os equipamentos e a estrutura necessária para fazer isso de forma eficiente e segura.

A mineração de Bitcoin é um assunto que se tornou muito procurado recentemente, principalmente após a grande alta de 2017. No entanto, as questões sobre como minerar Bitcoin ainda geram muitas dúvidas naqueles que buscam resposta sobre a viabilidade de gerar criptomoedas.

Existem diferentes fatores que determinam como ocorre a mineração e se ainda vale a pena ou não “fazer Bitcoin”.

Será que é interessante minerar Bitcoin? Ou é hora de buscar outras alternativas? Bom, primeiro de tudo é preciso entender o que é a mineração de uma criptomoeda e como ela funciona.

Como funciona a mineração de Bitcoin

Bitcoin é uma moeda de Proof-of-Work (Prova de trabalho, em tradução livre), isso quer dizer que ela precisa de um certo poder computacional (conhecido também como hashrate) para conseguir confirmar as suas transações.

Como o Bitcoin é descentralizado e não possui nenhum servidor próprio, essa computação é garantida por vários computadores presentes na rede, cada computador é chamado de “Nó” ou “Node”.

Os muitos computadores disputam entre si para resolver uma equação matemática (chamada de Hash) que confirmam uma transação e mantêm a segurança da rede.

O Node que consegue resolver a equação minera um bloco e recebe a recompensa pela atividade como incentivo para os mineradores se manterem na rede. De forma bem simples, é assim que a mineração do Bitcoin funciona.

Recentemente as Pools de mineração se tornaram populares. Ao invés de um computador individual realizando a mineração, centenas ou milhares de máquinas unem o seu poder computacional em um grupo. O valor de Bitcoin adquirido é distribuído entre todos os membros.

Também é necessário prestarmos atenção na Dificuldade de Mineração do Bitcoin, parte da programação do protocolo que se ajusta para que a produção de blocos não fique difícil ou fácil de mais, garantindo a segurança da blockchain sem perder o interesse do minerador de Bitcoin.

A dificuldade é ajustada a cada 2016 blocos, mais ou menos duas semanas, e depende do poder computacional.

Equipamentos

Na teoria, minerar Bitcoin é uma atividade que pode ser realizada em qualquer computador com um bom processador, porém, é preciso dar muita ênfase em “Na teoria.”

No começo da blockchain, era possível utilizar parte do processamento normal de um desktop para minerar Bitcoin e obter um certo lucro, mas com o aumento de interesse em participar da hashrate do Bitcoin, os CPUs começaram a não dar conta da dificuldade da rede e perder para equipamentos mais rápidos.

Existem diferentes equipamentos minerador de Bitcoin, no entanto, para ficar na frente da concorrência e obter lucros é fundamental contar com mineradoras especializadas nessa atividade.

Com a evolução da tecnologia e o aumento na dificuldade da mineração de bitcoins, o uso de computadores domésticos para fazer mineração já não é uma prática comum, mesmo aqueles computadores que contavam com poderosas placas de vídeo. Atualmente há equipamentos específicos para mineração de Bitcoin que tornaram praticamente impossível fazer a mineração de outra forma.

A empresa Bitmain, especialista em chips de circuito integrado específicos de aplicativos para mineração de Bitcoin, por volta de 2014 estreou sua tecnologia chips ASICS, feitos exclusivamente para a mineração da moeda. Por conta disso, as máquinas que contam com este chip performam a atividade de mineração muito melhor do que qualquer outro computador, tornando até mesmo inviável realizar a mineração por outras maneiras.

A máquina que roda o sistema chips ASICS que você deve comprar caso queira minerar seus próprios bitcoins é a Antminer.

Atualmente o valor da última geração da máquina, a Antminer S19, está em torno de US 2.767, equivalente a R$ 14.848,51. E você pode comprá-la aqui!

Como minerar Bitcoin máquina, a Antminer S19 

Como minerar Bitcoin máquina, a Antminer S19

Mineradora

Enquanto os CPUs se tornaram fracos demais na mineração de Bitcoins, as GPUs (conhecidas também como placas de vídeo) acabaram adotando o lugar da computação tradicional. A mineração com placas de vídeo ganhou força por volta de 2012 e se manteve por alguns anos.

Até hoje você encontra modelos de minerador de Bitcoin feitos com placas de vídeo, mas mesmo as que possuem 2 ou 4 placas de vídeo em um único nó já não são lucrativas o suficiente para combinar com as novas mineradoras.

Atualmente o mercado é completamente dominado pelas Mineradoras ASIC.

Application-Specific Integrated Circuit, ou Circuitos Integrados de Aplicação Específica, chamados popularmente de ASIC são processadores especializados na mineração de diferentes criptomoedas.

Por ser desenvolvida única e exclusivamente para a mineração, um equipamento do tipo é fundamental para quem quer minerar Bitcoin atualmente. Todas as grandes mineradoras, pequenas ou grandes, utilizam esses equipamentos.

É possível minerar em casa?

Sim, é possível minerar em casa, no entanto, é praticamente impossível obter lucro.

É possível minerar com os equipamentos ASIC, com GPUs, CPUs e muitos outros, recentemente alguns engenheiros conseguiram instalar um programa de mineração no computador do programa Apollo usado na missão tripulada para a Lua nos anos 60.

Mas a mineração em casa é um grande risco de investimento por causa do quanto custa para comprar as máquinas, criar uma instalação necessária, garantir a climatização correta e até mesmo isolamento acústico.

Vale a pena minerar Bitcoin?

Uma mineradora sai caro demais para ser mantida em relação de um possível lucro obtido no mês, pelo menos no Brasil. Por aqui, com o preço da energia custando o dobro da energia do Paraguai e o mesmo da energia dos EUA, não é possível garantir que minerar Bitcoin vale a pena.

Mas claro, vamos explicar para você porque não vale a pena minerar Bitcoin no Brasil. (O segredo é ter energia elétrica barata, aí sim vale a pena) nós temos a solução: https://descontocontadeluz.com.br 

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Custos com máquinas

O primeiro custo que teremos ao colocar uma taxa de mineração é a compra de uma ou mais mineradoras. Uma única mineradora, mesmo que ASIC, não terá poder para gerar um lucro bom o suficiente, por isso é preciso pensar em uma operação com mais de uma máquina.

No entanto, para fins comparativos, pensaremos na compra, instalação e operação de um único modelo Antminer T17, com capacidade de 58 TH(TeraHash)/s

Esse é um dos novos modelos da marca mais utilizada no mundo. Os antigos modelos (Antminer S9) que foram os mais populares há alguns anos, hoje já não são mais lucrativos e até mesmo são vendidos por um preço baixo no mercado secundário.

O modelo mais barato dessa linha no site oficial da Bitmain custa US 2.767, ou seja R$ 14.848,51 em conversão direta para o real.

Mas claro, primeiro precisamos pensar no frete e na possível taxação pela Receita Federal. Para se ter uma ideia, modelos do minerador de Bitcoin Antiminer T17 vendidos aqui no Brasil podem chegar a até R$ 16 mil, o que dá uma ideia dos custos extras com a compra do produto.

Esse é um investimento muito alto para uma atividade que pode ser considerada arriscada, devido a fatores que vamos explicar a seguir.
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Taxas

Minerar o Bitcoin é apenas o primeiro passo, depois precisamos pensar sobre as diferentes taxas para conseguir transformar o Bitcoin em moeda fiduciária e até mesmo a taxa para participar de pools para aumentar a possibilidade de lucro.

Caso você decida participar de uma pool, o que é praticamente uma exigência para ter qualquer lucro, parte da mineração vai para administração da pool. A maior pool do mundo, a Slushpool, atualmente está com taxas de 1%, esse está sendo o padrão do mercado, que pode chegar até 2%.

Já para vender as moedas para obter o lucro em fiat (real), é preciso pensar nas taxas das corretoras.

Halving do Bitcoin

Um outro fator que precisa ser considerado é que a cada 4 anos (em média) o Bitcoin passa pelo Halving, o evento em que a recompensa por mineração de bloco é cortada pela metade. O último aconteceu em maio deste ano, e antes disso cada bloco minerado distribuía 12.5 BTC, atualmente a recompensa é de 6.25 BTC, daqui a quatro anos o valor é cortado ao meio mais uma vez.

Com isso em mente, o halving também é algo muito importante a ser considerado e ser entendido.

Apesar de ter diminuído o número de moedas liberadas, o halving ainda pode trazer um impacto muito positivo no valor da moeda, o que também pode ser um incentivo para mineradores no futuro.

Custos com infraestrutura

E claro, temos também os custos a infraestrutura onde a mineradora vai funcionar, em especial o custo com a energia elétrica, que é o principal fator a ser considerado na hora de saber se vale a pena minerar Bitcoin no Brasil.

Ambiente climatizado

Uma das primeiras preocupações é com o ambiente climatizado, já que é necessário um ambiente frio para o bom funcionamento de um minerador de Bitcoin. Como todo equipamento eletrônico e computacional, um miner gera calor e o calor acaba diminuindo o tempo de vida da máquina.

Um ambiente não climatizado vai fazer o equipamento estragar mais rápido, causar mais custos de manutenção e diminuir consideravelmente a margem para lucros.

Isolamento acústico

Isolamento acústico também é necessário por causa do barulho que uma mineradora pode fazer. Já que ela vai ficar ligada 24h, assim como o sistema de climatização, há um certo barulho envolvido em como fazer bitcoin.

Para evitar problemas com vizinhos em áreas urbanas densas, as paredes também precisarão de tratamento acústico de qualidade.

Gastos com energia elétrica

E agora chegamos no grande X da questão, o gasto com energia elétrica é o principal fator para determinar a lucratividade na hora de minerar Bitcoin.

Se você quer saber exatamente quanto se gasta para minerar Bitcoin aqui no Brasil, o caminho das pedras é o seguinte:

  • Utilize como base o Antminer S19
  • Utilize como base o custo médio de kw/h de 2021: R$1,34 a cada 100kw/h
  • Consumo de 3250W que é informado pelo fabricante do Antiminer S19
  • Utilize uma calculadora de consumo básica e uma de lucro com mineração para adquirir os resultados mensais
  • Considere o preço mais atual do Bitcoin: até o momento de atualização deste artigo a moeda valia R$ 198.495,91
  • Considere a máquina funcionando 24 horas por dia
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A partir das calculadoras, você deve calcular:
  • Bitcoins Minerados
  • Valor em Bitcoin minerado por dia (considerando a cotação mais atual da moeda)
  • Custo mensal de energia
  • Calcule o lucro por dia e por mês, abatendo os custos mensais de energia do lucro mensal

Em geral, o gasto é extremamente alto e não compensaria minerar o Bitcoin em casa, sem uma estrutura adequada e um plano para distribuição desses bitcoins.

Isso por que não estamos considerando o gasto com os equipamentos de climatização e também não consideramos períodos de bandeira vermelha.
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Custo da energia na sua cidade

Claro, cada cidade possui uma cobrança diferente de energia e é preciso olhar na sua conta de luz para determinar com mais precisão quanto seria gasto com a mineradora do exemplo ou com qualquer outra.

No entanto, de forma geral, utilizando a média brasileira minerar Bitcoin não é um negócio lucrativo. Não é à toa que os maiores centros de mineração estão em países como a China e Irã, onde a energia (pré-pandemia) tinha um preço muito mais baixo do que é praticado no Brasil.
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Alternativas

Existem diferentes alternativas para a mineração de Bitcoin. O trade por exemplo talvez seja a melhor forma de conseguir Bitcoins sem tanto gasto com a estrutura que citamos durante este guia.

Mas, nunca acredite em promessa milagrosas. Recentemente surgiram vários projetos que prometiam mineração em nuvem com servidores no Paraguai ou outros países. Todos acabaram sendo um esquema de pirâmide e trouxeram vários prejuízos.

Até agora a mineração em nuvem não se provou algo funcional e que pode trazer lucros, por isso é importante pesquisar muito sobre o projeto antes de realizar qualquer investimento.

Além disso, como podemos ver no tópico dos gastos, a mineração própria, neste momento, carece de um investimento alto e um retorno nem tão atrativo assim. Uma ótima alternativa também, com um custo muito menor, é realmente optar por investir na própria moeda.

Minerar outras criptomoedas

Por fim, outra possibilidade é a mineração de outras moedas digitais com menos dificuldade. Moedas pequenas, como DogeCoin, Litecoin, ZCash e Grin são relativamente mais fáceis de gerarem lucros, algumas até são resistentes à ASIC e facilitam a mineração por CPU/GPU.

No entanto, a mineração acaba dependendo muito do valor da criptomoeda e caso uma valorização massiva nas altcoins não chegue, pode ser que montar uma operação de mineração de altcoins também seja pouco ou zero lucrativa aqui no Brasil.

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