Mineradora de Bitcoin – Cemig BH MG – Desconto na conta de luz – Quais os componentes necessários para gerar energia solar residencial de forma segura e eficiente

Quais os componentes necessários para gerar energia solar residencial de forma segura e eficiente 

Quais os componentes necessários para gerar energia solar residencial de forma segura e eficiente

A energia solar está em alta nas últimas décadas e, apesar das grandes usinas solares fotovoltaicas estarem sempre aparecendo nas mídias, o que mais vem crescendo em número são os projetos de energia solar residencial conectados à rede para geração distribuída.

Esses projetos de energia solar, geralmente instalados nos telhados das casas, são os pequenos geradores de energia elétrica que funcionam movidos por energia solar e que permitem ao consumidor residencial gerar toda, ou uma parte, da energia elétrica consumida em seu imóvel. 

Com a energia produzida através de um desses geradores, o consumidor residencial consegue economizar até 95% em sua conta de luz, resultado do sistema de compensação de energia elétrica vigente dentro do segmento distribuído e motivo pelo o qual esses geradores se espalham pelo país. 

Um gerador de energia solar residencial é o conjunto de equipamentos que permite aos moradores de uma casa gerar a própria energia elétrica em suas residências através da luz do sol.

Esses geradores, melhor conhecidos como sistemas fotovoltaicos, funcionam por meio de dois principais componentes; os módulos fotovoltaicos (popularmente conhecidos como placas solares ou painéis solares) e o inversor interativo.

Um sistema fotovoltaico pode ser de dois tipos, dependendo da sua instalação e funcionamento: sistemas fotovoltaicos On-Grid (conectados à rede elétrica) e sistemas fotovoltaicos Off-Grid (isolados da rede elétrica).

A grande maioria dos sistemas instalados no Brasil são do tipo On-Grid, em razão da regulamentação vigente no país que torna este tipo de sistema mais viável economicamente.

Cada módulo gera uma quantidade de energia e, para conseguir suprir o consumo total de uma residência, é necessário agrupar um certo número deles, ao qual se dá o nome de painel solar.

Um painel solar residencial, então, nada mais é do que o agrupado de vários módulos fotovoltaicos (placas solares) que, por necessitarem estar dispostos sob a luz do sol, costumam ser fixados sobre os telhados das casas.

Como cada pessoa apresenta um consumo específico de energia, a quantidade de placas solares que cada um precisará para suprir o consumo de sua residência também costuma variar.

Por necessitarem estar expostos à luz do sol e, por consequência, as mais diversas intempéries, os módulos solares são fabricados para resistirem à essas, contando com vários sistemas de proteção e segurança.

Existem vários modelos disponíveis de placas de energia solar residencial, cada um podendo variar desde o tamanho e peso, até a quantidade e tipo de células fotovoltaicas do qual é composto.

Essas células são extremamente frágeis e, por isso, uma placa de energia solar é fabricada pela composição de diversas camadas de segurança que protegem e garantem o funcionamento delas.

Vimos que os módulos, junto com o inversor interativo, são os principais componentes do sistema fotovoltaico, porém, outros equipamentos também compõem o que chamamos de kit de energia solar.

Kit Painel Solar Residencial

Um kit solar é o conjunto de equipamentos necessários para se captar a luz do sol, convertê-la em energia elétrica e direcioná-la para um uso específico.

No caso da energia solar residencial, um kit solar, que poderíamos chamar de kit painel solar residencial, é o aglomerado de equipamentos, dispositivos, cabos e todos os demais componentes de um sistema fotovoltaico para residência.

Um kit de energia solar fotovoltaica deverá conter um ou mais dos equipamentos listados abaixo: 

  • Painel Solar Fotovoltaico: é o conjunto de módulos fotovoltaicos (visto que mais de um deles são geralmente necessários para gerar a energia suficiente) que ficam expostos sob, e captam, a luz do sol, convertendo esta através de suas células fotovoltaicas. Os módulos a venda no mercado são compostos de 60 ou 72 células cada.
  • Inversor Solar Fotovoltaico Interativo: é o “cérebro” de um sistema fotovoltaico residencial e considerado o seu principal equipamento, pois converte a energia gerada pelas placas no tipo de energia que consumimos em nossas tomadas (de corrente contínua para corrente alternada) e também responde por alocar a energia não consumida na hora, que pode ser direcionada para a rede elétrica (no caso dos sistemas conectados / On-Grid) ou para o banco de baterias (sistemas isolados / Off-Grid).
  • Caixa de Junção / String box: conjunto de componentes para proteção dos módulos contra surtos de redes e demais danos elétricos, como também a chave de acesso para desligamento do sistema no caso de reparo.   
  • Estruturas de suporte e ancoragem: são os trilhos e demais componentes necessários para fixas os módulos sobre o telhado, ou, caso forem ficar sobre o solo, as estruturas de suporte com a altura adequada.
  • Cabeamento: todo o conjunto de cabos e conectores para fazer a ligação elétrica entre os equipamentos do kit de energia solar fotovoltaica.
  • Banco de baterias: como os sistemas só geram energia durante o dia, essas baterias são abastecidas durante as horas de sol e, a noite, quando o sistema não tem geração, elas suprem o consumo.
  • Controlador de carga: equipamento que gerencia o carregamento das baterias, alimentando estas da melhor forma e evitando desperdícios e sobrecargas.
Como Instalar Painel Solar Residencial

Como é possível perceber, para gerar energia solar residencial não bastam apenas as placas e inversor, mas sim vários outros componentes que, integrados, garantem uma produção segura e uma geração de energia solar eficiente.

Por esse motivo, a instalação de um gerador de energia solar residencial (sistema fotovoltaico) deve ser feita por profissionais devidamente capacitados para essa prática, evitando o risco de acidentes possivelmente fatais.

O primeiro passo para você que deseja gerar energia em sua casa é procurar uma empresa especializada em energia solar fotovoltaica, a qual contará com equipe técnica especializada para o dimensionamento e instalação do seu sistema.

De nada adianta ter placas solares instaladas no telhado de sua casa se a energia elétrica gerada por elas não puder ser aproveitada, certo?

Pois é esse o motivo do inversor fotovoltaico ser tão importante dentro de um sistema fotovoltaico residencial, sendo ele o responsável por adaptar essa energia gerada pelo painel para que ela possa ser utilizada pelos equipamentos eletrônicos.

Além dessa função, o inversor ainda possui o importante papel de controlar toda a energia gerada, alimentando o quadro central quando há consumo na casa ou injetando a energia na rede elétrica caso o consumo seja inexistente.

Todas essas etapas percorridas pela energia gerada pelo sistema compõem o passo a passo de como funciona a energia solar para residências.

Como Funciona Energia Solar Residencial?

O funcionamento básico de um sistema de energia solar residencial, ou gerador fotovoltaico, é exatamente igual ao funcionamento de uma grande usina solar.

O painel solar (arranjo fotovoltaico) recebe a radiação do sol e, através do processo chamado de efeito fotovoltaico – processo em que uma célula fotovoltaica converte a luz solar em eletricidade – geram energia elétrica em corrente contínua. 

O conjunto das placas solares alimenta os inversores interativos à rede (grid-tied interactive inverters) que transformam a corrente contínua em corrente alternada, e gerenciam a injeção de potência elétrica na rede pública de distribuição de energia elétrica, que é a rede das distribuidoras.

Uma residência, por mais energia que consuma, não precisa de milhares de placas solares e de inversores interativos de altíssima potência.

Sabendo-se a média de consumo de energia elétrica, é possível estimar o tamanho do arranjo fotovoltaico (conjunto de placas solares), que pode chegar de 6 a 100 módulos (placas solares). 

Como saber, então, quantas placas serão necessárias para alimentar eletricamente uma residência?

Esse um dos pontos estudados pela equipe técnica de uma empresa de energia solar na hora de dimensionar um projeto de energia solar residencial.

Para isso, eles analisam fatores como níveis de radiação solar local, direção e inclinação do telhado, possíveis sombreamentos e todas as outras variantes que permitem calcular, com exatidão, a quantidade de módulos que poderão suprir o consumo da residência do cliente.

O dimensionamento do projeto de energia solar residencial é necessário para que se possa precificar o custo final do sistema.

A principal característica de um projeto de energia solar residencial no Brasil é ser projetado para gerar energia elétrica em quantidade não maior que o total de energia consumida pelo seu beneficiário.

Quando o benefício é aplicado somente à uma edificação, geralmente a sua residência, o projetista dimensiona o gerador solar baseando-se na média de consumo de energia elétrica ao longo de um ano.

Outra vantagem da energia solar é a sua instalação elétrica, que é muito mais simples que a de uma usina solar de grande porte.

A instalação (elétrica e mecânica), de certa forma, é similar à instalação de um equipamento condicionador de ar, o amado e odiado ar-condicionado, porém é extremamente fundamental a contratação de uma empresa que domine esse processo com excelência, para evitar qualquer tipo de problema.

Uma parte do sistema fica do lado de fora da residência: os módulos fotovoltaicos que ficam, geralmente, no telhado da edificação.

No interior da residência, há um dispositivo de controle e condicionamento: o inversor, que costuma ser instalado em local abrigado (como na garagem, por exemplo).

Há também um circuito elétrico que liga o equipamento (inversor) ao quadro geral de distribuição.

Usinas particulares de geração distribuída

Quando a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) regulamentou a possibilidade de autoprodução de energia elétrica pelos consumidores, através da Resolução Normativa 482 de 17 de abril de 2012 (RN-482/2012), ela também definiu três tamanhos de usinas particulares de geração distribuída.

Os limites de potência estabelecidos originalmente para cada uma delas, no entanto, foram modificados posteriormente através das alterações trazidas pelas Resolução Normativa Nº 687, de 24 de novembro de 2015, como vemos abaixo:

1 – Microgeração

São unidades geradoras com potência máxima de até 75 kW. Na primeira versão da RN-482/2012 o valor máximo era de 100 kW, mas, devido aos limites de potência padronizados pelas distribuidoras, esse limite foi diminuído pela RN-687/2015.

A maioria das residências que possuem um sistema solar instalado estão inseridas nessa categoria.

2 – Minigeração

São unidades geradoras com potência superior a 75 kW até o limite máximo de 5.000 kW (5 Megawatts).

Originalmente o limite era de 1.000 kW, mas foi ampliado pensando-se em grandes empresas que poderiam se beneficiar de gerador de maior porte.

3 – Usina

São as plantas de geração com potência superior a 5.000 kW e já se enquadram no âmbito das usinas centrais de geração de eletricidade e não entram no sistema de compensação de créditos de energia elétrica instituído pela ANEEL com a RN-482/2012. 

Instalação de um sistema solar fotovoltaico

A instalação de um sistema solar fotovoltaico de pequeno porte demora somente alguns dias. Se for muito pequeno, pode demorar até mesmo algumas horas.

O que mais demora é o processo de compra, em que o futuro proprietário (você) avalia os benefícios de ter um sistema solar fotovoltaico e escolhe quem vai lhe prestar o serviço de projeto e instalação.

Energia Solar Residencial: Rápida instalação é um dos muitos benefícios da tecnologia

Vimos então que um gerador de energia solar para residência (ou sistema fotovoltaico de energia solar residencial) permite gerar toda a energia elétrica consumida em uma casa.

Mas, será que é realmente vantajoso produzir a própria energia ao invés de continuar consumindo-a da rede elétrica? A resposta certeira é: Sim!

Segundo os dados do Ministério de Minas e Energia (MME), desde 2012, ano em que a regulamentação da geração distribuída entrou em vigor, a constante inflação energética fez com a conta de luz acumulasse uma alta de 499%.

Isso, por si só, já é motivo suficiente que prova que a energia solar residencial vale a pena, ou de qualquer outro tipo de consumidor, seja comercial, rural ou industrial.

E a razão é que o consumidor que instala um sistema fotovoltaico em sua casa fica imune a esses aumentos na conta de luz, pois toda a energia consumida passa a vir do seu telhado.

Assim, não importa se as secas estão castigando os reservatórios das hidrelétricas ou se a má gestão do governo causa aumentos nas tarifas energéticas, pois elas deixam de impactar a conta de luz de quem gera a sua energia. 

Benefícios de um sistema de Energia Solar Residencial

Embora a geração de energia solar seja vantajosa para todos os tipos de cliente, quem mais se beneficia da utilização de um sistema fotovoltaico é o consumidor residencial, que paga os maiores valores na energia elétrica que recebe da distribuidora.

Quanto maior o custo do quilowatt-hora (kWh) pago pelo consumidor, mais vantagem ele terá em gerar a sua própria energia.

Quem mora em localidades com altos índices de radiação solar é ainda mais beneficiado, pois o gerador solar irá produzir mais energia e, consequentemente, mais “crédito energético”.

Assim como uma grande usina solar, um gerador, ou sistema de energia solar residencial, só gera potência (e energia elétrica) durante o dia.

Enquanto o inversor interativo injeta potência elétrica vinda das placas solares na rede da residência, os equipamentos elétricos consomem essa energia e não “puxam” corrente elétrica da rede pública.

Caso algum equipamento necessite de mais energia do que o gerador solar fotovoltaico está gerando no momento, a corrente elétrica que falta fluirá naturalmente vinda da rede, passando pelo medidor de energia elétrica, que é o relógio de luz, e será computada como consumo.

Caso o gerador solar fotovoltaico esteja gerando mais potência elétrica do que os equipamentos consumidores de eletricidade instalados na residência consigam consumir, a corrente elétrica excedente fluirá naturalmente em direção à rede pública, passando pelo medidor de energia elétrica e será computada como energia ativa injetada.

À noite, como não há geração de energia elétrica pelo gerador solar fotovoltaico, toda a energia consumida vem da rede.

Ao fim do mês, quando o leiturista da distribuidora faz a medição, ele anota dois valores: o valor da energia elétrica consumida (kWh-03), e o valor da energia elétrica injetada (kWh-103).

A distribuidora, então, transforma o valor dessa energia injetada em créditos energéticos, que o proprietário do gerador solar fotovoltaico pode utilizar para abater os valores de energia consumida.

Na verdade, esse abatimento é feito automaticamente na conta de luz da edificação em que o gerador solar fotovoltaico foi instalado e, se sobrarem créditos, esses poderão ser utilizados em outras unidades consumidoras que estejam registradas para a mesma pessoa (física ou jurídica).

Em sua resolução normativa 687, a Aneel também criou 3 novas modalidades de geração, todas baseadas nesses créditos energéticos, que são:
 
Empreendimento com Múltiplas Unidades Consumidoras

Essa modalidade permite que moradores de um condomínio residencial, por exemplo, se unem para a instalação de um gerador solar central, que irá suprir a energia consumida pelas áreas comuns do condomínio.

O excedente, então, será injetado na rede elétrica e convertido nos créditos energéticos, que serão compartilhados pelos moradores participantes do rateio por meio acordo prévio e proporcionalmente à cota de cada um no sistema, ou seja, quanto cada um investiu.

Geração Compartilhada

Na geração compartilhada, consumidores residenciais, e também comerciais, podem se unir através de cooperativas ou consórcios para a instalação de um sistema solar fotovoltaico e futuro compartilhamento dos créditos gerados para abatimento do consumo de suas propriedades.

Para isso, a unidade consumidora de cada participante, assim como o gerador, deverá estar localizado dentro da área de concessão da mesma distribuidora, com este último ficando cadastrado também como unidade consumidora.

Autoconsumo Remoto

Por fim, esta modalidade permite que um consumidor residencial instale um sistema gerador em local diferente da sua casa, como um terreno ou casa de praia, por exemplo, e utilize os créditos gerados para abater do consumo de sua residência.

Assim como na geração compartilhada, ambas propriedades precisam estar localizadas dentro da área de concessão da mesma distribuidora.

Se você planeja instalar mais um aparelho de ar-condicionado, ou mesmo adquirir um carro elétrico futuramente, a instalação de um sistema solar fotovoltaico dá ao teu imóvel o benefício imediato da economia de energia que seria comprada da distribuidora.

Além disso, você estará, de certa forma, protegido dos severos aumentos do custo da energia elétrica por toda a vida-útil do seu gerador solar; o que pode ser mais de trinta anos.

Os custos atuais da energia elétrica e os altos índices de radiação solar que temos em todo o Brasil fazem com que o tempo de retorno do investimento seja mais rápido do que era na “época de ouro” da energia solar na Europa (entre os anos de 1999 e 2011), mesmo com os grandes incentivos financeiros que os europeus tinham (o que não tinham/tem é sol).

Muitos estados têm adotado medidas de incentivo à adoção da tecnologia solar fotovoltaica, através de isenção de impostos para a energia gerada, além de municípios que fazem sua parte promovendo redução de IPTU para quem tem energia solar fotovoltaica instalada no imóvel.

E, quanto mais tempo você que pode ter um gerador solar fotovoltaico leva para instalá-lo em sua residência, mais dinheiro você perde para a distribuidora, que é menos dinheiro pra fazer o que você deseja. 

Quanto Custa Energia Solar Residencial 

Precificar um sistema fotovoltaico não é simples e faz parte das etapas de um projeto de energia solar residencial, feito pela empresa prestadora de serviços após o contato do cliente.

Isso porque, como vimos, cada consumidor apresenta um consumo de energia e, portanto, irá demandar um tamanho de sistema diferente, o qual também estará atrelado a fatores de geração que divergem de local para local.

O tamanho do sistema fotovoltaico também irá impactar o preço do seu serviço de instalação, uma vez que pode demandar uma equipe maior.

A distância da empresa instaladora para o local de instalação é outro fator que influencia no preço final do projeto, assim como, claro, o valor praticado por cada empresa no mercado.

 

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Esta cota de consumo é calculada com base no histórico de suas últimas 12 contas de energia. A energia chega até você através da rede da CEMIG, que continua sendo responsável pela entrega e medição mensal.

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Cemig BH - Desconto na conta de luz 

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Mineradora de Bitcoin – Cemig BH MG – Desconto na conta de luz: Como minerar Bitcoin?

 

Pensando em minerar Bitcoin? Confira aqui quais são os equipamentos e a estrutura necessária para fazer isso de forma eficiente e segura.

A mineração de Bitcoin é um assunto que se tornou muito procurado recentemente, principalmente após a grande alta de 2017. No entanto, as questões sobre como minerar Bitcoin ainda geram muitas dúvidas naqueles que buscam resposta sobre a viabilidade de gerar criptomoedas.

Existem diferentes fatores que determinam como ocorre a mineração e se ainda vale a pena ou não “fazer Bitcoin”.

Será que é interessante minerar Bitcoin? Ou é hora de buscar outras alternativas? Bom, primeiro de tudo é preciso entender o que é a mineração de uma criptomoeda e como ela funciona.

Como funciona a mineração de Bitcoin

Bitcoin é uma moeda de Proof-of-Work (Prova de trabalho, em tradução livre), isso quer dizer que ela precisa de um certo poder computacional (conhecido também como hashrate) para conseguir confirmar as suas transações.

Como o Bitcoin é descentralizado e não possui nenhum servidor próprio, essa computação é garantida por vários computadores presentes na rede, cada computador é chamado de “Nó” ou “Node”.

Os muitos computadores disputam entre si para resolver uma equação matemática (chamada de Hash) que confirmam uma transação e mantêm a segurança da rede.

O Node que consegue resolver a equação minera um bloco e recebe a recompensa pela atividade como incentivo para os mineradores se manterem na rede. De forma bem simples, é assim que a mineração do Bitcoin funciona.

Recentemente as Pools de mineração se tornaram populares. Ao invés de um computador individual realizando a mineração, centenas ou milhares de máquinas unem o seu poder computacional em um grupo. O valor de Bitcoin adquirido é distribuído entre todos os membros.

Também é necessário prestarmos atenção na Dificuldade de Mineração do Bitcoin, parte da programação do protocolo que se ajusta para que a produção de blocos não fique difícil ou fácil de mais, garantindo a segurança da blockchain sem perder o interesse do minerador de Bitcoin.

A dificuldade é ajustada a cada 2016 blocos, mais ou menos duas semanas, e depende do poder computacional.

Equipamentos

Na teoria, minerar Bitcoin é uma atividade que pode ser realizada em qualquer computador com um bom processador, porém, é preciso dar muita ênfase em “Na teoria.”

No começo da blockchain, era possível utilizar parte do processamento normal de um desktop para minerar Bitcoin e obter um certo lucro, mas com o aumento de interesse em participar da hashrate do Bitcoin, os CPUs começaram a não dar conta da dificuldade da rede e perder para equipamentos mais rápidos.

Existem diferentes equipamentos minerador de Bitcoin, no entanto, para ficar na frente da concorrência e obter lucros é fundamental contar com mineradoras especializadas nessa atividade.

Com a evolução da tecnologia e o aumento na dificuldade da mineração de bitcoins, o uso de computadores domésticos para fazer mineração já não é uma prática comum, mesmo aqueles computadores que contavam com poderosas placas de vídeo. Atualmente há equipamentos específicos para mineração de Bitcoin que tornaram praticamente impossível fazer a mineração de outra forma.

A empresa Bitmain, especialista em chips de circuito integrado específicos de aplicativos para mineração de Bitcoin, por volta de 2014 estreou sua tecnologia chips ASICS, feitos exclusivamente para a mineração da moeda. Por conta disso, as máquinas que contam com este chip performam a atividade de mineração muito melhor do que qualquer outro computador, tornando até mesmo inviável realizar a mineração por outras maneiras.

A máquina que roda o sistema chips ASICS que você deve comprar caso queira minerar seus próprios bitcoins é a Antminer.

Atualmente o valor da última geração da máquina, a Antminer S19, está em torno de US 2.767, equivalente a R$ 14.848,51. E você pode comprá-la aqui!

Como minerar Bitcoin máquina, a Antminer S19 

Como minerar Bitcoin máquina, a Antminer S19

Mineradora

Enquanto os CPUs se tornaram fracos demais na mineração de Bitcoins, as GPUs (conhecidas também como placas de vídeo) acabaram adotando o lugar da computação tradicional. A mineração com placas de vídeo ganhou força por volta de 2012 e se manteve por alguns anos.

Até hoje você encontra modelos de minerador de Bitcoin feitos com placas de vídeo, mas mesmo as que possuem 2 ou 4 placas de vídeo em um único nó já não são lucrativas o suficiente para combinar com as novas mineradoras.

Atualmente o mercado é completamente dominado pelas Mineradoras ASIC.

Application-Specific Integrated Circuit, ou Circuitos Integrados de Aplicação Específica, chamados popularmente de ASIC são processadores especializados na mineração de diferentes criptomoedas.

Por ser desenvolvida única e exclusivamente para a mineração, um equipamento do tipo é fundamental para quem quer minerar Bitcoin atualmente. Todas as grandes mineradoras, pequenas ou grandes, utilizam esses equipamentos.

É possível minerar em casa?

Sim, é possível minerar em casa, no entanto, é praticamente impossível obter lucro.

É possível minerar com os equipamentos ASIC, com GPUs, CPUs e muitos outros, recentemente alguns engenheiros conseguiram instalar um programa de mineração no computador do programa Apollo usado na missão tripulada para a Lua nos anos 60.

Mas a mineração em casa é um grande risco de investimento por causa do quanto custa para comprar as máquinas, criar uma instalação necessária, garantir a climatização correta e até mesmo isolamento acústico.

Vale a pena minerar Bitcoin?

Uma mineradora sai caro demais para ser mantida em relação de um possível lucro obtido no mês, pelo menos no Brasil. Por aqui, com o preço da energia custando o dobro da energia do Paraguai e o mesmo da energia dos EUA, não é possível garantir que minerar Bitcoin vale a pena.

Mas claro, vamos explicar para você porque não vale a pena minerar Bitcoin no Brasil. (O segredo é ter energia elétrica barata, aí sim vale a pena) nós temos a solução: https://descontocontadeluz.com.br 

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Custos com máquinas

O primeiro custo que teremos ao colocar uma taxa de mineração é a compra de uma ou mais mineradoras. Uma única mineradora, mesmo que ASIC, não terá poder para gerar um lucro bom o suficiente, por isso é preciso pensar em uma operação com mais de uma máquina.

No entanto, para fins comparativos, pensaremos na compra, instalação e operação de um único modelo Antminer T17, com capacidade de 58 TH(TeraHash)/s

Esse é um dos novos modelos da marca mais utilizada no mundo. Os antigos modelos (Antminer S9) que foram os mais populares há alguns anos, hoje já não são mais lucrativos e até mesmo são vendidos por um preço baixo no mercado secundário.

O modelo mais barato dessa linha no site oficial da Bitmain custa US 2.767, ou seja R$ 14.848,51 em conversão direta para o real.

Mas claro, primeiro precisamos pensar no frete e na possível taxação pela Receita Federal. Para se ter uma ideia, modelos do minerador de Bitcoin Antiminer T17 vendidos aqui no Brasil podem chegar a até R$ 16 mil, o que dá uma ideia dos custos extras com a compra do produto.

Esse é um investimento muito alto para uma atividade que pode ser considerada arriscada, devido a fatores que vamos explicar a seguir.
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Taxas

Minerar o Bitcoin é apenas o primeiro passo, depois precisamos pensar sobre as diferentes taxas para conseguir transformar o Bitcoin em moeda fiduciária e até mesmo a taxa para participar de pools para aumentar a possibilidade de lucro.

Caso você decida participar de uma pool, o que é praticamente uma exigência para ter qualquer lucro, parte da mineração vai para administração da pool. A maior pool do mundo, a Slushpool, atualmente está com taxas de 1%, esse está sendo o padrão do mercado, que pode chegar até 2%.

Já para vender as moedas para obter o lucro em fiat (real), é preciso pensar nas taxas das corretoras.

Halving do Bitcoin

Um outro fator que precisa ser considerado é que a cada 4 anos (em média) o Bitcoin passa pelo Halving, o evento em que a recompensa por mineração de bloco é cortada pela metade. O último aconteceu em maio deste ano, e antes disso cada bloco minerado distribuía 12.5 BTC, atualmente a recompensa é de 6.25 BTC, daqui a quatro anos o valor é cortado ao meio mais uma vez.

Com isso em mente, o halving também é algo muito importante a ser considerado e ser entendido.

Apesar de ter diminuído o número de moedas liberadas, o halving ainda pode trazer um impacto muito positivo no valor da moeda, o que também pode ser um incentivo para mineradores no futuro.

Custos com infraestrutura

E claro, temos também os custos a infraestrutura onde a mineradora vai funcionar, em especial o custo com a energia elétrica, que é o principal fator a ser considerado na hora de saber se vale a pena minerar Bitcoin no Brasil.

Ambiente climatizado

Uma das primeiras preocupações é com o ambiente climatizado, já que é necessário um ambiente frio para o bom funcionamento de um minerador de Bitcoin. Como todo equipamento eletrônico e computacional, um miner gera calor e o calor acaba diminuindo o tempo de vida da máquina.

Um ambiente não climatizado vai fazer o equipamento estragar mais rápido, causar mais custos de manutenção e diminuir consideravelmente a margem para lucros.

Isolamento acústico

Isolamento acústico também é necessário por causa do barulho que uma mineradora pode fazer. Já que ela vai ficar ligada 24h, assim como o sistema de climatização, há um certo barulho envolvido em como fazer bitcoin.

Para evitar problemas com vizinhos em áreas urbanas densas, as paredes também precisarão de tratamento acústico de qualidade.

Gastos com energia elétrica

E agora chegamos no grande X da questão, o gasto com energia elétrica é o principal fator para determinar a lucratividade na hora de minerar Bitcoin.

Se você quer saber exatamente quanto se gasta para minerar Bitcoin aqui no Brasil, o caminho das pedras é o seguinte:

  • Utilize como base o Antminer S19
  • Utilize como base o custo médio de kw/h de 2021: R$1,34 a cada 100kw/h
  • Consumo de 3250W que é informado pelo fabricante do Antiminer S19
  • Utilize uma calculadora de consumo básica e uma de lucro com mineração para adquirir os resultados mensais
  • Considere o preço mais atual do Bitcoin: até o momento de atualização deste artigo a moeda valia R$ 198.495,91
  • Considere a máquina funcionando 24 horas por dia
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A partir das calculadoras, você deve calcular:
  • Bitcoins Minerados
  • Valor em Bitcoin minerado por dia (considerando a cotação mais atual da moeda)
  • Custo mensal de energia
  • Calcule o lucro por dia e por mês, abatendo os custos mensais de energia do lucro mensal

Em geral, o gasto é extremamente alto e não compensaria minerar o Bitcoin em casa, sem uma estrutura adequada e um plano para distribuição desses bitcoins.

Isso por que não estamos considerando o gasto com os equipamentos de climatização e também não consideramos períodos de bandeira vermelha.
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Custo da energia na sua cidade

Claro, cada cidade possui uma cobrança diferente de energia e é preciso olhar na sua conta de luz para determinar com mais precisão quanto seria gasto com a mineradora do exemplo ou com qualquer outra.

No entanto, de forma geral, utilizando a média brasileira minerar Bitcoin não é um negócio lucrativo. Não é à toa que os maiores centros de mineração estão em países como a China e Irã, onde a energia (pré-pandemia) tinha um preço muito mais baixo do que é praticado no Brasil.
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Alternativas

Existem diferentes alternativas para a mineração de Bitcoin. O trade por exemplo talvez seja a melhor forma de conseguir Bitcoins sem tanto gasto com a estrutura que citamos durante este guia.

Mas, nunca acredite em promessa milagrosas. Recentemente surgiram vários projetos que prometiam mineração em nuvem com servidores no Paraguai ou outros países. Todos acabaram sendo um esquema de pirâmide e trouxeram vários prejuízos.

Até agora a mineração em nuvem não se provou algo funcional e que pode trazer lucros, por isso é importante pesquisar muito sobre o projeto antes de realizar qualquer investimento.

Além disso, como podemos ver no tópico dos gastos, a mineração própria, neste momento, carece de um investimento alto e um retorno nem tão atrativo assim. Uma ótima alternativa também, com um custo muito menor, é realmente optar por investir na própria moeda.

Minerar outras criptomoedas

Por fim, outra possibilidade é a mineração de outras moedas digitais com menos dificuldade. Moedas pequenas, como DogeCoin, Litecoin, ZCash e Grin são relativamente mais fáceis de gerarem lucros, algumas até são resistentes à ASIC e facilitam a mineração por CPU/GPU.

No entanto, a mineração acaba dependendo muito do valor da criptomoeda e caso uma valorização massiva nas altcoins não chegue, pode ser que montar uma operação de mineração de altcoins também seja pouco ou zero lucrativa aqui no Brasil.

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